Ginzburg falou sobre tratamento medicamentoso do câncer

Acadêmico Ginzburg: Imunoterapia permite curar até mesmo estágios avançados do câncer

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Em um futuro próximo, os primeiros ensaios clínicos mundiais de uma vacina antitumoral começarão dentro dos muros de dois importantes centros oncológicos russos — o Instituto Central de Pesquisa Herzen e o Centro Blokhin. A vacina foi desenvolvida por especialistas do Centro Nacional de Pesquisa Gamaleya para Epidemiologia e Microbiologia do Ministério da Saúde da Rússia — o mesmo centro que criou a vacina contra o coronavírus Sputnik V.
O desenvolvimento foi comentado em entrevista à Rossiyskaya Gazeta pelo diretor do centro, o acadêmico Alexander Ginzburg. Ele enfatizou que, embora o tratamento medicamentoso do câncer hoje ofereça resultados tangíveis, ele é acompanhado de efeitos colaterais graves, difíceis de suportar até mesmo para os pacientes mais resilientes.
"O problema é que o tecido saudável muitas vezes sofre junto com as células cancerígenas", explicou ele.
Segundo ele, a ênfase principal da oncoterapia moderna está se voltando para a alta precisão do impacto no próprio tumor. A chave para isso é o sistema imunológico humano.
Ele está confiante de que a imunoterapia é a direção que permite o desenvolvimento do tratamento do câncer sem uma invasão grosseira do corpo, aumentando as chances de sobrevivência e a qualidade de vida dos pacientes.
